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Autópsia da Informação nº 3: quando a prestação de contas não consegue demonstrar o percurso da decisão
O processo administrativo de prestação de contas continha os documentos que, à primeira vista, pareciam suficientes. Havia o relatório final de execução, havia a consolidação das despesas realizadas e havia também um parecer técnico recomendando a aprovação da prestação de contas.
Gisele Maria Arcanjo
13 de mar.3 min de leitura


A evidência não nasce na decisão. Ela é construída no percurso.
Uma decisão robusta não depende apenas de um ato formal. Ela depende da coerência entre as etapas que a antecederam. Depende de que seja possível compreender o caminho percorrido, identificar responsabilidades, reconhecer fundamentos técnicos e reconstruir o raciocínio institucional.
Gisele Maria Arcanjo
9 de mar.2 min de leitura


O que é evidência documental em contexto organizacional?
Um documento isolado não sustenta uma decisão se ele não preserva o contexto em que foi produzido, se não mantém vínculo claro com a atividade que o originou, se não permite identificar autoria, data, versão, percurso e relação com outros registros. Evidência documental não é apenas um objeto registrado; é uma relação estruturada entre ação, agente, tempo e sistema.
Gisele Maria Arcanjo
2 de mar.2 min de leitura


Autópsia da Informação nº 2: quando a informalidade assume o lugar da decisão formal
A incorporação de plataformas digitais de comunicação instantânea ao cotidiano das organizações alterou significativamente a dinâmica decisória. Ambientes informais de mensagens tornaram-se espaços frequentes de alinhamento, discussão e deliberação entre gestores.
Gisele Maria Arcanjo
27 de fev.2 min de leitura


O que transforma um registro em evidência?
Para que um documento funcione efetivamente como evidência, ele precisa reunir atributos específicos: autenticidade, integridade, confiabilidade e contexto.
Gisele Maria Arcanjo
23 de fev.2 min de leitura


Entre método e coragem
Há uma responsabilidade implícita em publicar ideias, estruturar séries, propor análises críticas. Não se trata apenas de produzir conteúdo. Trata-se de assumir compromisso com aquilo que se defende.
Gisele Maria Arcanjo
18 de fev.1 min de leitura


Conformidade não é maturidade: o que as normas não resolvem sozinhas
Quando a organização passa a enxergar a informação como ativo estratégico — e não apenas como objeto de controle — ocorre uma mudança de patamar. A gestão documental deixa de ser suporte administrativo e passa a integrar o núcleo da gestão.
Gisele Maria Arcanjo
16 de fev.2 min de leitura


Autópsia da Informação nº 1: quando um documento decisório não sustenta a própria decisão
A série Autópsia da Informação nasce justamente desse paradoxo: documentos presentes, sistemas operantes e, ainda assim, falhas graves na sustentação da decisão. Nesta primeira autópsia, analisa-se um caso em que um documento decisório — a ata de um comitê diretor — revelou-se incapaz de cumprir sua função probatória no momento em que mais foi exigida.
Gisele Maria Arcanjo
13 de fev.4 min de leitura


ISO 26122 — Avaliação de Processos de Registros: Identificando Evidências nas Atividades
A ISO 26122 ocupa um lugar singular no conjunto de normas ISO aplicadas à gestão de documentos e à governança da informação. Diferentemente de normas que partem diretamente do documento, essa norma desloca o olhar para os processos de trabalho, reconhecendo que é neles que os registros nascem, circulam e adquirem valor como evidência das atividades organizacionais.
Gisele Maria Arcanjo
9 de fev.2 min de leitura


ISO 18829 — Teste e Avaliação de Repositórios Digitais
A ISO 18829 enfatiza que a confiabilidade de um repositório digital não pode ser presumida. Ela precisa ser demonstrada por meio de evidências, testes e análises que considerem aspectos como governança, políticas institucionais, infraestrutura tecnológica, segurança da informação, gestão de riscos, processos de preservação e controle de metadados.
Gisele Maria Arcanjo
2 de fev.2 min de leitura


ISO 17068 — Trusted Third Party Repository (TTPR)
No âmbito da governança da informação, a ISO 17068 contribui para a maturidade organizacional ao oferecer parâmetros claros para a seleção, avaliação e monitoramento de repositórios digitais de terceiros. Sua adoção permite reduzir riscos relacionados à perda de informação, falhas de segurança, descontinuidade de serviços e fragilidade probatória dos documentos digitais.
Gisele Maria Arcanjo
26 de jan.2 min de leitura


ISO 14721 (OAIS) — Modelo de Referência para Preservação Digital
O modelo OAIS parte do princípio de que preservar não é apenas armazenar dados, mas garantir que a informação permaneça acessível, compreensível, autêntica e utilizável por uma comunidade designada, mesmo décadas após sua produção.
Gisele Maria Arcanjo
19 de jan.2 min de leitura


Aprendendo a me colocar no mundo como consultora
Colocar-me no mundo como consultora, hoje, é um gesto de abertura consciente. É apresentar o que foi construído com método, respeito e intenção, sem pressa de chegar a algum lugar específico.
Gisele Maria Arcanjo
14 de jan.2 min de leitura


ISO 30302 — Diretrizes para Implementação do Sistema de Gestão para Documentos
A norma enfatiza que a implementação do Sistema de Gestão para Documentos deve considerar o contexto organizacional, incluindo fatores internos e externos, requisitos legais e regulatórios, necessidades das partes interessadas e objetivos estratégicos da instituição.
Gisele Maria Arcanjo
12 de jan.3 min de leitura


ISO 30301 — Requisitos para Implementação de Sistemas de Gestão de Documentos
Essa norma posiciona a gestão de documentos dentro da lógica dos sistemas de gestão reconhecidos internacionalmente, aproximando-a de modelos como a ISO 9001 e a ISO 27001. Com isso, a gestão documental deixa de ser uma atividade isolada ou meramente operacional e passa a integrar o planejamento estratégico, a gestão de riscos e os processos de tomada de decisão organizacional.
Gisele Maria Arcanjo
5 de jan.2 min de leitura


ISO 30300 — Sistemas de Gestão de Documentos: Fundamentos para a Governança da Informação
A ISO 30300 introduz a lógica dos sistemas de gestão, aproximando a gestão de documentos das práticas consolidadas de governança organizacional.
Gisele Maria Arcanjo
29 de dez. de 20252 min de leitura


ISO 23081-3: Avaliação de Conjuntos de Metadados
A ISO 23081-3 é uma norma essencial para organizações que buscam maturidade na gestão de documentos, pois apresenta diretrizes claras para avaliar conjuntos de metadados utilizados na descrição, controle e uso de documentos arquivísticos. Ela não trata apenas da criação de metadados, mas da capacidade de verificar se eles realmente cumprem sua função dentro dos sistemas e processos institucionais. Em outras palavras, a norma ajuda organizações a entender se as estruturas de m
Gisele Maria Arcanjo
22 de dez. de 20252 min de leitura


Por que escolhi começar com calma
A Arquivologia sempre me ensinou que processos sólidos não se constroem às pressas... Ao olhar para minha própria trajetória, percebi que seria incoerente aplicar ao meu trabalho um ritmo diferente daquele que sempre defendi na teoria e na prática.
Gisele Maria Arcanjo
18 de dez. de 20252 min de leitura


ISO 23081-2 — Modelos de Metadados para Documentos Arquivísticos: Estruturando a Informação com Precisão
A ISO 23081-2 é o elo que aproxima teoria e prática, transformando princípios em modelos aplicáveis, adaptáveis e conectados às demandas contemporâneas da gestão documental.
Gisele Maria Arcanjo
15 de dez. de 20252 min de leitura


ISO 23081-1: princípios de metadados para documentos confiáveis
Ao adotar a ISO 23081-1, organizações fortalecem não apenas a recuperação da informação, mas também a integridade dos documentos, a transparência institucional e a sustentabilidade da gestão documental no longo prazo.
Gisele Maria Arcanjo
8 de dez. de 20253 min de leitura
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